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Psicoterapia ajuda a criança a lidar com as próprias emoções, afirma psicóloga

O Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é o país mais ansioso do mundo e o 5º mais depressivo, com mais de 18 milhões de brasileiros com ansiedade, sendo os transtornos mentais responsáveis por mais de 1/3 do total de incapacidades, o que tende a aumentar ainda mais com a pandemia.

Atualmente os cuidados com a saúde mental, principalmente das crianças e adolescentes aumentaram, fazendo com que os pais procurem ajuda psicológica, mas afinal, como funciona a psicoterapia infantil?

De acordo com a psicóloga do Serviço Social da Indústria (SESI Amazonas), Suene Amanda Gomes dos Santos, a psicoterapia infantil utiliza recursos lúdicos para avaliar e trabalhar as dificuldades emocionais, psicológicas e comportamentais evidenciadas durante o atendimento da criança ou adolescente.

Dessa forma, a psicoterapia contribui para que o paciente consiga lidar melhor com suas próprias emoções e, por meio de conversas e atividades lúdicas, buscar a expressão de seus conflitos emocionais, além de auxiliar e orientar os pais a desenvolverem mais suas capacidades na função de pai ou mãe daquela criança ou adolescente.

“O lúdico é a linguagem que possibilita o psicólogo acessar a criança e seu mundo interior. As principais ferramentas são as brincadeiras, brinquedos, desenhos que colaboram na realização de avaliações e intervenções terapêuticas com as crianças”, cita a psicóloga.

Suene esclarece que são diversos os motivos que levam pais ou responsáveis a buscarem por ajuda psicológica, sendo algumas delas o isolamento social, agressividade, alteração no sono, apetite, hiperatividade, baixo rendimento escolar, dificuldades de relacionamento com familiares e/ou com outras crianças, depressão, ansiedade, perda e luto, e medos excessivos.

“Quanto antes os pais observarem e buscarem ajuda psicológica melhor para o desenvolvimento mais saudável da criança, além de possíveis encaminhamentos e tratamento, se for o caso”, disse ela.

Os atendimentos psicológicos podem ser iniciados a partir dos três anos, caso sejam observadas possíveis alterações no desenvolvimento da criança.

A psicóloga também alerta aos pais sobre os sinais de risco que podem levar ao suicídio e alerta que saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo para se evitar o ato.

Sinais devem ser observados, como preocupação com a própria morte ou ausência de esperança na vida, fixação em fazer carta de despedida ou mesmo testamento, tentativa de reconciliação com quem está próximo, expressão de ideias ou intenções suicidas, como “eu queria dormir e nunca mais acordar” ou “vou desaparecer”, e isolamento – frequentemente fechada no quarto, não atender telefonemas e cancelar atividades sociais que gostava de fazer. “É necessário ficar atento. Se a pessoa apresentar quaisquer desses comportamentos, procure ajuda”, aconselha a especialista.

O SESI conta com uma equipe de profissionais que atende no SESISAÚDE Unidade Centro e Unidade Leste, das 7h às 17 horas, de segunda a sexta, e aos sábados, das 7h às 12h.

Mais informações pelos números 3186-6610 ou 3186-6611 ou Whatsapp (92) 98459-3376 / 98513-7206 (Centro) e (92) 984716795 (Unidade Leste).

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