
Após intervalo de 30 anos, o industriário Francisco Gomes, de 57 anos, voltou esta semana para a sala de aula, para cursar o ensino médio, desta vez, pelo programa Educação de Jovens e Adultos (EJA), promovido pelo Serviço Social da Indústria (SESI Amazonas) na escola Dolores Rodrigues Garcia, no bairro Alvorada I.
O retorno aos estudos é uma realização pessoal de Gomes que quer passar como exemplo para seus filhos. “Mesmo tendo uma idade avançada, eu ainda sou capaz de estudar, tudo é uma questão de esforço e determinação. Retomei os estudos por meio do EJA para, além de melhorar a renda e dar maior qualidade de vida para os meus três filhos, mostrar para eles que, se eu sou capaz, eles também são”.
O SESI Amazonas deu início ao período letivo do EJA, com turmas também na Escola SESI Dra. Êmina Mustafa, São José I. O EJA, contudo, realiza matrículas o ano todo. Atualmente mais de 700 alunos cursam Ensino Fundamental e Médio, na instituição, divididos nos turnos vespertino e noturno.
O SESI atua para resgatar trabalhadores da indústria, seus beneficiários e a comunidade que não tiveram a escolaridade concluída no tempo regular. Por isso traz

sua própria metodologia.
“Aliada sempre às necessidades dos alunos, as aulas podem ser cursadas tanto na forma presencial, em uma das unidades EJA do SESI, como na forma semipresencial. O SESI entende a necessidade dessa inclusão digital para ser vista pelo aluno, não só como entretenimento, mas como uma ferramenta para se comunicar dentro do mercado de trabalho”, explica a coordenadora pedagógica do EJA, Iara Marinho.
Dentro da plataforma digital utilizada no ensino a distância, Portal Educação, os alunos fazem simulados onde os professores corrigem e o resultado é disponibilizado digitalmente para o estudante.
Os cursos EJA, que têm duração de 16 meses letivos para o Ensino Fundamental e 12 meses para o Ensino Médio, atendem também profissionais que estão no mercado de trabalho e almejam crescimento dentro da própria empresa, como explica o pedagogo do EJA, Raimundo Jacaúna.
“Por lidar diretamente com os alunos e muitos estarem inseridos no mercado industrial, vejo que almejam esse crescimento profissional até dentro da própria empresa, assim como as instituições veem a necessidade da melhoria dessa mão de obra para mais qualidade do seu produto. Com o funcionário mais instruído, o produto final será melhor. É uma via de mão dupla, tanto ganha a empresa e como o funcionário”.
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