“Toda pessoa que anda, caminha, se movimenta consegue dançar. Para dançar, basta ter vontade”. A declaração é do professor de dança, Ricardo Figueiredo, que ministrou, na última sexta-feira (23), no hall do Clube do Trabalhador, Oficina de Dança de Salão para cerca de 40 pessoas entre trabalhadores de empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), clientes do SESI e alunos da Academia e do Parque Aquático.
Foram duas horas de aula, passando pelo forró e bolero, tudo com muita marcação para facilitar o desenvolvimento da dança. De acordo com o professor Ricardo, a dança acaba com o estresse e ajuda a eliminar a timidez, e faz bem para pessoas de qualquer idade, crianças, adultos e idosos. “A postura com a cabeça erguida, a coluna reta, ajudam no desempenho da dança”, disse. Para o professor, a marcação é importante porque é a base inicial e ajuda na condução do parceiro. Ele disse que o forró é uma dança mais descontraída, com movimentos mais soltos, enquanto o bolero é romântico e exige a postura “olho no olho”.
O industriário Nildo Castro, 33, da empresa J. Cruz Indústria e Comércio, foi um dos participantes do Aulão. Ele disse que já participou do Núcleo de Dança do SESI e que quando pode vai às festas de forró, ressaltando que a oficina de dança foi uma oportunidade dada às pessoas que não têm tempo de aprender a dançar. Castro disse também que a oficina foi uma oportunidade para que ele aprimorasse os movimentos. Para ele, a dança ajuda no processo de socialização permitindo o conhecimento de pessoas. Nildo Castro trabalha na J. Cruz na função de auxiliar de Recursos Humanos.
A coordenadora do Aulão, Leula Dias, disse que a finalidade da oficina foi mostrar aos trabalhadores e clientes do SESI as modalidades de dança oferecidas pelo Núcleo de Dança do SESI para que se tornem novos clientes da Instituição. Ela disse que a dança de salão é a que tem o maior número de frequentadores, por isso dá maior visibilidade ao trabalho que o SESI realiza nessa área.
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