
O Programa Cozinha Brasil – Alimentação Inteligente do SESI atendeu cerca de 400 pessoas no sábado (30.07), durante a 5ª edição do projeto Circuito da Ciência,
realizado no Bosque da Ciência em comemoração aos 57 anos de Fundação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
A equipe do Cozinha Brasil distribuiu suco da horta e orientou os participantes sobre a necessidade de uma alimentação saudável e aproveitamento de cascas de frutas, talos e sementes nas refeições.
A nutricionista do SESI, Gilma Bispo, disse que foi importante a presença do SESI no Circuito da Ciência, com a divulgação dos cursos do Cozinha Brasil e o trabalho de conscientização sobre vida saudável aos alunos do Ensino Fundamental de escolas públicas que participaram do circuito.
O SESI foi o responsável também pela participação do animador cultural Paulo Couto (Palhaço Gravata), que coordenou as oficinas, gincanas, passeios nas trilhas, apresentações artísticas e visitas aos espaços do Bosque da Ciência, como o projeto peixe-boi, casa da ciência, projeto de preservação das tartarugas e casa da madeira.
Segundo o animador cultural, o apoio do SESI ao Circuito da Ciência é importante porque incentiva crianças e jovens a conhecer todo o trabalho de pesquisa e ciência realizado pelo Inpa.
O projeto Circuito da Ciência foi criado há dez anos e visa promover a sensibilização ambiental e a interação, além de promover a inclusão social no processo de socialização da ciência e a divulgação dos conhecimentos gerados pelo Inpa. É sempre realizado no último sábado de cada mês.

O coordenador de extensão do Inpa, Carlos Bueno, disse que conhecimento científico da Amazônia é de apenas 20% e que o projeto Circuito da Ciência é uma “escola aberta” que permite transferir os conhecimentos científicos publicados pelo Inpa, em revistas internacionais para um espaço de 130 mil metros quadrados de forma lúdica para todos possam ver a riqueza da Região.
Para Bueno, o Circuito é uma forma de melhor olhar o meio-ambiente. De acordo com o pesquisador, os adolescentes têm que ter conhecimento que vivem em região de grande potencial com possibilidades de geração de emprego e renda.
O projeto realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia tem o apoio do SESI, SESC, Petrobras, Moto Honda, Governo do Estado, Prefeitura de Manaus, Amazônia Viva e Associação dos Amigos do Peixe-Boi, entre outras instituições.
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