
Três dias de provas teóricas e práticas agitaram a 3ª Gincana do Conhecimento da Escola SENAI Demóstenes Travessa. A programação extraclasse contou com a participação das três turmas de cursos de aprendizagem industrial de Eletricista Instalador de Baixa Tensão e Instalador Hidráulico Predial.
O evento envolveu mais de 60 alunos que competiram entre si, apresentando conhecimentos de tudo que aprenderam na primeira etapa do curso de aprendizagem do SENAI Amazonas. O curso de aprendizagem possui programação de 1.600 horas que são divididas em duas etapas: dentro da instituição de ensino profissionalizante e na empresa conveniada da entidade que cumpre a legislação referente à contratação de menor aprendiz.
A gincana contou com representantes de construtoras para observar e avaliar o nível dos alunos do SENAI. A assistente de Recursos Humanos da Direcional Engenharia, Patrícia de Almeida, ficou impressionada com a responsabilidade e conhecimentos dos alunos. Patrícia informou que 10 alunos competidores vão iniciar o estágio na Direcional em maio, com a probabilidade de serem efetivados conforme o desempenho dos mesmos.

“Já os consideramos como profissionais, pois saem daqui com bastante experiência teórica e prática. Nosso objetivo é integrá-los ao quadro de funcionários quando cumprirem o período de estágio.
É importante parabenizar o SENAI por lapidar o conhecimento desses jovens, que são profissionais qualificados para construção civil”, destaca a assistente de RH da Direcional.
A expectativa do aluno do curso de Elétrica, Elizandro de Matos, de 21 anos, são as melhores, pois, segundo ele, está pronto para iniciar o estágio na Construtora Andrade Gutierrez e mostrar o que aprendeu sobre eletricidade de baixa tensão. “Já não precisamos chamar nenhum profissional para concertar o sistema elétrico de nossa casa, pois no SENAI tive instrutores que me ensinaram como realizar um serviço de qualidade e seguro, levando em conta o meio ambiente e as normas de segurança da área”, declara Matos.
A Gincana marcou a conclusão das 800 horas ministradas nas salas e laboratórios da instituição. Segundo a coordenadora da Gincana, bibliotecária Priscila Vasquez, a metodologia de questionários e competição de conhecimentos possibilita a avaliação dos alunos, além de deixá-los ainda mais motivados pela busca de informações sobre as disciplinas estudadas.
“Nos cursos de Educação Básica e Educação Profissional (Ebep) e nos de aprendizagem industrial, trabalhamos com adolescentes que estão entrando no mercado de trabalho. Essa mão de obra recebe uma bagagem de informações profissionais para que possam desempenhar serviços para a indústria da construção civil”, explica Vasquez, citando os recursos pedagógicos de incentivo à leitura, pesquisa e atividades em equipe.



