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Não cruzaremos os braços

24 DE ABRIL DE 2016

 É preciso que a economia brasileira volte a funcionar, que concentremos nossa energia e resolvamos lutar, dando uma investida salvadora no horizonte, para abrirmos nele como que uma brecha de esperança onde todos têm sua missão e possamos sair fortalecidos dessa crise não é somente econômica, mas também política, ética e moral.

A nossa unidade depende da labuta dos cidadãos, da retomada dos investimentos dos industriais, do trabalho do operário que, sem abandonar a luta pelo seu melhoramento, ponha mãos à obra, do desenvolvimento das ideias dos intelectuais e do funcionamento normal das instituições da República. Disso tudo estará baseado o resto, dependendo logicamente do acerto político e da reivindicação justa, para que possamos alcançar o bem-estar futuro.

A FIEAM propugna pela conciliação e jamais precisará extrapolar suas fronteiras para dar publicidade da ação pública, que é dever dos representantes de cada estado. Todos são cônscios de seus deveres e responsáveis por seus atos. Não será pela intolerância, pelo acirramento das disputas sem refletir nas consequências, nem pelo radicalismo extremo, que evitaremos que o Brasil paralise.

Precisamos investir no debate técnico para a solução das questões importantes do País, a omissão, o descontrole e a permissibilidade com o que não é correto ou é ilegal nos levou à situação crítica que hoje vivemos.

É hora de deixar de lado interesses menores e pensar saídas efetivas para o futuro. A crise é um problema que nós mesmos temos de resolver. Não podemos descansar nem dar trégua, a todo o momento, temos que resolver problemas ao qual damos causa com as nossas ações.

Aqui no Amazonas tivemos como reflexo da crise a queda na produção industrial e no investimento, tanto público quanto privado, a redução significativa do emprego em todos os setores da nossa economia e consequentemente a diminuição da arrecadação pública, que faz girar a máquina administrativa do Estado.

Porém, estamos trabalhando, em parceria com o Governo José Melo, para criarmos um bom ambiente de negócios que atraia novos investimentos e estanque a estagnação da nossa economia e a redução dos empregos, para logo em seguida alcançar novamente os maiores patamares de faturamento da indústria e de criação de postos de trabalhos, da distribuição de renda e de aumento da arrecadação do Estado. Não nos desesperaremos nem cruzaremos os braços.

Antonio Silva – Presidente da FIEAM

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