{"id":9974,"date":"2017-01-20T10:51:46","date_gmt":"2017-01-20T14:51:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/?p=9974"},"modified":"2017-01-20T10:51:46","modified_gmt":"2017-01-20T14:51:46","slug":"crise-economica-reduz-competitividade-das-empresas-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fieam.org.br\/fieam\/crise-economica-reduz-competitividade-das-empresas-brasileiras\/","title":{"rendered":"Crise econ\u00f4mica reduz competitividade das empresas brasileiras"},"content":{"rendered":"<p><em>Estudo da CNI mostra que, em 2016, o Brasil perdeu terreno em \u00e1reas importantes como disponibilidade <\/em><\/p>\n<p><em>e custo da m\u00e3o de obra, ambiente macroecon\u00f4mico, competi\u00e7\u00e3o e escala do mercado dom\u00e9stico e inova\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A crise econ\u00f4mica diminuiu ainda mais a competitividade brasileira. Em 2016, o pa\u00eds &nbsp;retrocedeu em quatro dos nove fatores que determinam a capacidade de as empresas vencerem os concorrentes na disputa por mercados. Na compara\u00e7\u00e3o com outros 17 pa\u00edses, o Brasil perdeu terreno de 2015 para 2016 nos fatores disponibilidade e custo da m\u00e3o de obra, ambiente macroecon\u00f4mico, competi\u00e7\u00e3o e escala do mercado dom\u00e9stico e tecnologia e inova\u00e7\u00e3o. S\u00f3 avan\u00e7ou no fator educa\u00e7\u00e3o. Com esse desempenho, est\u00e1 em pen\u00faltimo lugar, \u00e0 frente apenas da Argentina, no ranking de competitividade 2016. No topo da lista est\u00e1 o Canad\u00e1, seguido por Coreia do Sul e Austr\u00e1lia, informa o estudo anual feito pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil se mant\u00e9m em pen\u00faltimo lugar desde 2012, quando o ranking geral da competitividade come\u00e7ou a ser feito, observa o gerente-executivo de Pesquisas da CNI, Renato da Fonseca. &#8220;O Brasil precisa valorizar a competitividade se quiser sobreviver no mundo globalizado&#8221;, avalia Fonseca. Para ter melhores condi\u00e7\u00f5es de competir com os demais pa\u00edses, acrescenta o economista, o Brasil deve ampliar os investimentos e aumentar a&nbsp; efici\u00eancia na aplica\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos e privados&nbsp; em \u00e1reas que aumentem a produtividade, como educa\u00e7\u00e3o, inova\u00e7\u00e3o e infraestrutura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ranking geral<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/01\/ranking.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-9975 size-full\" src=\"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2017\/01\/ranking.jpg\" alt=\"ranking\" height=\"214\" width=\"474\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ranking mostra a posi\u00e7\u00e3o do Brasil em rela\u00e7\u00e3o aos 17 pa\u00edses de economias similares: \u00c1frica do Sul, Argentina, Austr\u00e1lia, Canad\u00e1, Chile, China, Col\u00f4mbia, Coreia do Sul, Espanha, \u00cdndia, Indon\u00e9sia, M\u00e9xico, Peru, Pol\u00f4nia, R\u00fassia, Tail\u00e2ndia e Turquia. Os pa\u00edses s\u00e3o avaliados em nove fatores e 20 subfatores que afetam a efici\u00eancia e o desempenho das empresas na conquista de mercados. Os nove fatores que t\u00eam impacto na competitividade considerados pela CNI s\u00e3o: disponibilidade e custo de m\u00e3o de obra, disponibilidade e custo de capital, infraestrutura e log\u00edstica, peso dos tributos, ambiente macroecon\u00f4mico, competi\u00e7\u00e3o e escala do mercado dom\u00e9stico, ambiente de neg\u00f3cios, educa\u00e7\u00e3o e tecnologia e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DESALENTO E PRODUTIVIDADE<\/strong> &#8211; De acordo com o estudo, o Brasil caiu da 5\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2015 para a 11\u00aa coloca\u00e7\u00e3o em 2016 no fator disponibilidade e custo da m\u00e3o de obra. Isso ocorreu especialmente porque, com o aumento do desemprego, a popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa diminuiu, pois, desanimadas com a crise, muitas pessoas desistiram de procurar emprego. Al\u00e9m disso, o pa\u00eds tem preju\u00edzos com a baixa produtividade no trabalho e o elevado custo da m\u00e3o de obra. O pa\u00eds mais competitivo no fator disponibilidade e custo da m\u00e3o de obra \u00e9 a Indon\u00e9sia. O pior colocado \u00e9 a Espanha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No fator ambiente macroecon\u00f4mico, o Brasil recuou duas posi\u00e7\u00f5es. Saiu da 15\u00aa coloca\u00e7\u00e3o em 2015 para a 17\u00ba em 2016. &#8220;Com infla\u00e7\u00e3o, d\u00edvida bruta e carga de juros elevadas e baixa taxa de investimentos, o Brasil est\u00e1 na pen\u00faltima posi\u00e7\u00e3o entre os 18 pa\u00edses avaliados, \u00e0 frente da Argentina&#8221;, diz o estudo da CNI. &nbsp;Neste fator, o primeiro lugar do ranking \u00e9 da China, o segundo, da Indon\u00e9sia, e o terceiro, da Coreia do Sul. O Chile aparece em quarto lugar e \u00e9 o pa\u00eds latino-americano que tem o melhor ambiente macroecon\u00f4mico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>MERCADO DOM\u00c9STICO<\/strong> &#8211; O Brasil tamb\u00e9m perdeu duas posi\u00e7\u00f5es no fator competi\u00e7\u00e3o e escala do mercado dom\u00e9stico. Caiu da 10\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2015 para a 12\u00ba em 2016. O primeiro lugar deste ranking ficou com a China, seguida da Espanha. Conforme o estudo, o recuo do Brasil no fator \u00e9 resultado do encolhimento do mercado dom\u00e9stico, porque,&nbsp; com a crise econ\u00f4mica, o consumo diminuiu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o pa\u00eds convive com baixa concorr\u00eancia no mercado dom\u00e9stico e imp\u00f5e elevadas barreiras tarif\u00e1rias aos produtos estrangeiros. &#8220;O Brasil apresentou a segunda maior al\u00edquota alfandeg\u00e1ria m\u00e9dia aplicada sobre as importa\u00e7\u00f5es de bens, de 11,5%, atr\u00e1s da \u00cdndia, cuja al\u00edquota foi de 13%&#8221;, informa o estudo. Na Cor\u00e9ia do Sul, a al\u00edquota m\u00e9dia \u00e9 de 7,08%. Na Espanha e na Pol\u00f4nia, \u00e9 de apenas 1,04%.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ranking mostra ainda que o Brasil caiu da nova posi\u00e7\u00e3o em 2015 para a 11\u00aa em 2016 no fator tecnologia e inova\u00e7\u00e3o. O primeiro lugar ficou com a Coreia do Sul e, o segundo, com a China. O Chile est\u00e1 na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o da lista neste fator. &nbsp;A perda de duas posi\u00e7\u00f5es do Brasil&nbsp; \u00e9 resultado da redu\u00e7\u00e3o dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e inova\u00e7\u00e3o e da capacidade de inovar das empresas brasileiras. &#8220;O setor privado no Brasil reduziu os gastos em P&amp;D de 0,51% em 2013 para 0,42% em 2014 (ano de refer\u00eancia do ranking 2016).&#8221;, afirma o estudo. No mesmo per\u00edodo, observa a CNI, Argentina, Chile e Col\u00f4mbia tamb\u00e9m reduziram os gastos, enquanto que as empresas de &nbsp;China, Pol\u00f4nia, Coreia do Sul, R\u00fassia, Turquia e Tail\u00e2ndia aumentaram os investimentos em pesquisa e desenvolvimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>GASTOS COM EDUCA\u00c7\u00c3O<\/strong> &#8211; A melhor posi\u00e7\u00e3o obtida pelo Brasil em 2016 foi no fator educa\u00e7\u00e3o. O pa\u00eds ficou em nono lugar na lista deste quesito. &#8220;O resultado deve-se, sobretudo, ao bom desempenho do pa\u00eds na vari\u00e1vel gastos&nbsp; &nbsp;com&nbsp; educa\u00e7\u00e3o&#8221;, analisa o estudo. &#8220;No ranking de 2016, o volume de recursos destinados \u00e0 educa\u00e7\u00e3o no Brasil representou 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014, menor apenas que o observado na \u00c1frica do Sul (7,3%).&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, o pa\u00eds ainda est\u00e1 muito atr\u00e1s dos principais competidores no quesito qualidade da educa\u00e7\u00e3o. &#8220;Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, refletida nas avalia\u00e7\u00f5es do programa internacional de avalia\u00e7\u00e3o dos estudantes, o PISA 2015, o Brasil est\u00e1 na 12\u00ba posi\u00e7\u00e3o entre 14 pa\u00edses&#8221;, afirma a CNI. Na avalia\u00e7\u00e3o de matem\u00e1tica, o Brasil est\u00e1 em \u00faltimo lugar. Em ci\u00eancias, s\u00f3 o Peru teve desempenho pior do que o do Brasil e, em leitura, os estudantes brasileiros est\u00e3o em 12\u00ba lugar, \u00e0 frente apenas da Indon\u00e9sia e do Peru.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Confira a posi\u00e7\u00e3o do Brasil nos demais fatores da competitividade:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Disponibilidade e custo de capital<\/strong>: O Brasil est\u00e1 na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o do ranking no fator disponibilidade e custo de capital. O Canad\u00e1 est\u00e1 em primeiro lugar da lista e, a Austr\u00e1lia, em segundo. O desempenho do pa\u00eds \u00e9 resultado dos&nbsp; altos custos e da baixa disponibilidade de recursos.&nbsp; &#8220;O Brasil tem a mais alta taxa de juros real de curto prazo, de 11%, e o maior spread da taxa de juros, de 31,3%. A segunda maior taxa de juros \u00e9 registrada pela \u00cdndia, de 3,5%, e o segundo maior spread da taxa de juros \u00e9 registrado pelo Peru, de 13,8%&#8221;, diz o estudo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Infraestrutura e log\u00edstica<\/strong>: O Brasil est\u00e1 na 15\u00ba posi\u00e7\u00e3o da lista no fator infraestrutura e log\u00edstica. Entre os 18 pa\u00edses avaliados, est\u00e3o atr\u00e1s do Brasil neste quesito o Peru, a \u00cdndia e a Col\u00f4mbia. O primeiro&nbsp; \u00e9 da Espanha e, o segundo, do Canad\u00e1. De acordo com o estudo, o Brasil teve as piores avalia\u00e7\u00f5es em todos os modais de transporte &#8211; rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. O pa\u00eds s\u00f3 teve um bom resultado no item infraestrutura de telecomunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Peso dos tributos<\/strong>: O Brasil ocupa a 16\u00ba posi\u00e7\u00e3o do ranking de competitividade do fator de peso de tributos, \u00e0 frente apenas da Espanha e da Argentina. A Tail\u00e2ndia est\u00e1 em primeiro lugar e a Indon\u00e9sia em segundo. Na compara\u00e7\u00e3o com 2015, o Brasil perdeu terreno para os competidores no quesito receita total de impostos em rela\u00e7\u00e3o ao PIB. Embora a receita total de impostos no Brasil tenha se mantido em 21% do PIB, em outros pa\u00edses como R\u00fassia, M\u00e9xico e China o percentual caiu. Na R\u00fassia, por exemplo, recuou de 24% para 18% do PIB. Com isso, o peso dos tributos no Brasil tamb\u00e9m ficou maior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ambiente de neg\u00f3cios<\/strong>: O Brasil est\u00e1 na pen\u00faltima posi\u00e7\u00e3o no fator ambiente de neg\u00f3cios. Na \u00faltima coloca\u00e7\u00e3o est\u00e1 a Argentina e, na primeira, o Canad\u00e1. O ambiente de neg\u00f3cios \u00e9 composto dos subfatores efici\u00eancia do estado e seguran\u00e7a jur\u00eddica, burocracia e rela\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A\u00c7\u00d5ES PELA COMPETITIVIDADE<\/strong> &#8211; Na avalia\u00e7\u00e3o da CNI, o aumento da capacidade do Brasil concorrer com economias similares depende da recupera\u00e7\u00e3o da estabilidade econ\u00f4mica e das reformas estruturais. O pa\u00eds j\u00e1 deu o primeiro passo para o ajuste fiscal, com a aprova\u00e7\u00e3o do limite ao crescimento dos gastos p\u00fablicos. Mas, para garantir o equil\u00edbrio das contas p\u00fablicas no longo prazo,&nbsp; a medida deve ser complementada com a reforma da Previd\u00eancia e o ajuste fiscal dos estados e munic\u00edpios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a ind\u00fastria defende a moderniza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, com a valoriza\u00e7\u00e3o das negocia\u00e7\u00f5es coletivas e a regulamenta\u00e7\u00e3o da terceiriza\u00e7\u00e3o. A competitividade depende ainda do aumento dos investimentos privados em infraestrutura e de a\u00e7\u00f5es que melhorem o ambiente de neg\u00f3cios, como a redu\u00e7\u00e3o da burocracia e a simplifica\u00e7\u00e3o do sistema tribut\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>=&gt; Veja o estudo completo no <a href=\"http:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/cni\/publicacoes-e-estatisticas\/estatisticas\/2017\/01\/1,42616\/competitividade-brasil-comparacao-com-paises-selecionados.html\">Portal da Ind\u00fastria<\/a>.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ATENDIMENTO \u00c0 IMPRENSA<br \/>\nGer\u00eancia de Jornalismo da CNI<\/strong><\/p>\n<p>(61) 3317-9578 \/ 9825<br \/>\n<a href=\"mailto:imprensa@cni.org.br\">imprensa@cni.org.br<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/\">http:\/\/www.portaldaindustria.com.br\/<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/CNI_br\">https:\/\/twitter.com\/CNI_br<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/cnibrasil\">https:\/\/www.facebook.com\/cnibrasil<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/user\/cniweb\">http:\/\/www.youtube.com\/user\/cniweb<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/cniweb\/\">https:\/\/www.flickr.com\/photos\/cniweb\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da CNI mostra que, em 2016, o Brasil perdeu terreno em \u00e1reas importantes como disponibilidade e custo da m\u00e3o de obra, ambiente macroecon\u00f4mico, competi\u00e7\u00e3o e escala do mercado dom\u00e9stico e inova\u00e7\u00e3o &nbsp; A crise econ\u00f4mica diminuiu ainda mais a competitividade brasileira. 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