{"id":13745,"date":"2020-01-09T10:23:54","date_gmt":"2020-01-09T14:23:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/?p=13745"},"modified":"2020-01-09T10:23:54","modified_gmt":"2020-01-09T14:23:54","slug":"medo-do-desemprego-diminui-21-pontos-mostra-pesquisa-da-cni","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fieam.org.br\/fieam\/medo-do-desemprego-diminui-21-pontos-mostra-pesquisa-da-cni\/","title":{"rendered":"Medo do desemprego diminui 2,1 pontos, mostra pesquisa da CNI"},"content":{"rendered":"
Levantamento aponta que, mesmo com a queda verificada em dezembro, o indicador\u00a0<\/em>est\u00e1 acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica. \u00cdndice de Satisfa\u00e7\u00e3o com a Vida recua 0,7 ponto\u00a0\u00a0<\/em><\/p>\n <\/p>\n O\u00a0\u00cdndice de Medo do Desemprego<\/a>\u00a0caiu 2,1 pontos em rela\u00e7\u00e3o a setembro e alcan\u00e7ou 56,1 pontos em dezembro de 2019. Mesmo assim, o indicador continua 6 pontos acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica, que \u00e9 de 50,1 pontos, informa a pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 8 de janeiro, pela\u00a0Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI)<\/a>. O \u00edndice varia de zero a cem pontos. Quanto menor o indicador, menor \u00e9 o medo do desemprego.<\/span><\/p>\n A CNI observa que, com a queda registrada no fim do ano passado, o \u00edndice ficou 1,1 ponto acima dos 55 pontos registrados em dezembro de 2018, quando os brasileiros estavam otimistas com o resultado das elei\u00e7\u00f5es presidenciais. Entretanto, com a frustra\u00e7\u00e3o das expectativas em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho da economia, o medo do desemprego aumentou 4,3 pontos no primeiro semestre de 2019. Mas com a melhora das perspectivas, o indicador se recuperou no segundo semestre e acumulou uma alta de 3,2 pontos at\u00e9 o fim do ano.\u00a0 \u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n \u201cA perspectiva de recupera\u00e7\u00e3o da economia se consolidou a partir do segundo semestre. Os \u00edndices de crescimento econ\u00f4mico come\u00e7am a reagir e o mercado de trabalho tamb\u00e9m come\u00e7ou a apresentar melhora. Tudo isso aumentou a esperan\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o em recuperar o emprego perdido e at\u00e9 de trocar de emprego\u201d, afirma a economista da CNI, Maria Carolina Marques.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego permanece mais elevado entre os brasileiros com renda familiar de at\u00e9 um sal\u00e1rio m\u00ednimo. Nessa faixa de renda, o indicador subiu 0,9 ponto em rela\u00e7\u00e3o a setembro e atingiu 69,7 pontos em dezembro, muito acima dos 37,4 pontos verificados entre as pessoas que recebem mais de cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/span><\/p>\n O medo do desemprego tamb\u00e9m \u00e9 maior entre as mulheres. Embora o medo do desemprego seja, tradicionalmente, maior entre elas, a diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o aos homens alcan\u00e7ou, em dezembro, o maior patamar desde mar\u00e7o de 2005. Isso ocorreu porque, entre as mulheres, o \u00edndice aumentou 0,6 ponto frente a setembro e passou para 63,2 pontos em dezembro. Entre eles, o indicador caiu 5 pontos e recuou para 48,5 pontos, mostra a pesquisa, que ouviu 2 mil pessoas em 127 munic\u00edpios entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro de 2019.<\/span><\/p>\n<\/span><\/p>\n