{"id":12177,"date":"2018-12-13T09:16:44","date_gmt":"2018-12-13T13:16:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/?p=12177"},"modified":"2018-12-13T09:16:44","modified_gmt":"2018-12-13T13:16:44","slug":"a-forca-da-farinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fieam.org.br\/fieam\/a-forca-da-farinha\/","title":{"rendered":"A for\u00e7a da farinha"},"content":{"rendered":"<div class=\"text-justify\">\n<p>Uarini est\u00e1 na boca do povo. E em tudo quanto \u00e9 mercado de Manaus, de Tef\u00e9. Se bobear, est\u00e1 em todos os lugares na imensid\u00e3o do Amazonas. \u00c9 obrigat\u00f3ria. Se faltar, tem briga. \u00c9 democr\u00e1tica. Vai na receita de chef e no prato popular. Acompanha carne, frango, peixe. Vai bem com a\u00e7a\u00ed. De t\u00e3o boa, faz as vezes de moeda. Troca-se Uarini por fil\u00e9 de pescado. Uarini \u00e9 como chamam uma farinha. Mas antes de tudo, Uarini \u00e9 um lugar, \u00e9 a casa de 13 mil pessoas, \u00e9 o ber\u00e7o de uma tradi\u00e7\u00e3o. Cravada no meio da floresta amaz\u00f4nica, Uarini quer se emancipar pela indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica.&nbsp;<\/p>\n<p>O jeito mais f\u00e1cil &#8211; e vi\u00e1vel &#8211; de chegar l\u00e1 \u00e9 de barco, partindo de Tef\u00e9, principal cidade da regi\u00e3o central do estado. A viagem leva duas horas navegando pelo ind\u00f4mito leito do Rio Amazonas, em lancha r\u00e1pida. Ent\u00e3o, como um local t\u00e3o isolado produz algo t\u00e3o famoso?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>EMBOLADA<\/strong> &#8211; O manejo da mandioca \u00e9 t\u00e3o antigo entre diferentes povos da Amaz\u00f4nia que ningu\u00e9m sabe precisar quando descobriram o jeito de fazer o tub\u00e9rculo virar uma farinha em forma de ovinhas. Como toda tradi\u00e7\u00e3o, o conhecimento foi repassado de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Em Uarini, a t\u00e9cnica chegou \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Dentro da reserva Mamirau\u00e1, a maior \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental do Brasil, cerca de 2 mil agricultores vivem do cultivo da mandioca. O processo de transforma\u00e7\u00e3o em farinha \u00e9 todo artesanal. Depois de colhida, a mandioca fica imersa em \u00e1gua de dois a tr\u00eas dias at\u00e9 amolecer, fermentar e descascar. Por isso, ela \u00e9 um tipo de farinha d\u2019\u00e1gua.&nbsp;<\/p>\n<p>A secagem da massa \u00e9 feita em palhas tran\u00e7adas ou prensas e, ent\u00e3o, peneirada. A diferen\u00e7a entre a farinha de Uarini e as demais come\u00e7a com o que acontece depois. Na casa de farinha, a massa vai para um boleador, que gira lentamente para formar gr\u00e3os arredondados. Eles seguem para a torra num tacho de ferro e passam pela peneira pela \u00faltima vez. Naturalmente amarela, crocante, saborosa e granulada, a Farinha de Uarini n\u00e3o tem par no mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>Sabor n\u00e3o tem fronteira nem conhece dist\u00e2ncia. Os quase 600 quil\u00f4metros que separam o munic\u00edpio de Uarini e Manaus, capital do estado, em nada impediram que a iguaria se convertesse em um ativo popular da rica cozinha local. &nbsp;<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o lado bom. O lado ruim da fama \u00e9 que a farinha \u00e9 copiada sem pudor. Uarini n\u00e3o quer correr o risco de se tornar um sin\u00f4nimo de farinha. Uarini quer ser conhecida por ter criado algo \u00fanico, maior que um derivado de mandioca. Uarini quer que a sua farinha, singular como \u00e9, conte a sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<div class=\"parallax\">&nbsp;A conversa sobre indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica chegou \u00e0 regi\u00e3o por interm\u00e9dio da Funda\u00e7\u00e3o Amazonas Sustent\u00e1vel (FAS) e do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A ideia era que o reconhecimento de Indica\u00e7\u00e3o de Proced\u00eancia, al\u00e9m de proteger o territ\u00f3rio e garantir a autenticidade da farinha ao consumidor, seria um elemento de uni\u00e3o produtiva e aumento da qualidade de vida dos agricultores que vivem da farinha.&nbsp;<\/div>\n<p><strong>UNIDOS DE UARINI<\/strong> &#8211; Uni\u00e3o \u00e9 uma palavra chave para Uarini. Mesmo ap\u00f3s os primeiros movimentos associativos na regi\u00e3o, iniciados em 2007, a competi\u00e7\u00e3o entre os produtores da farinha derrubava o pre\u00e7o do produto ao ponto de inviabilizar a remunera\u00e7\u00e3o adequada para os agricultores. &#8220;Antigamente, cada hora a farinha tinha um pre\u00e7o. Produzia num dia e no outro a farinha j\u00e1 estava ainda mais barata. Hoje, n\u00e3o, \u00e9 um pre\u00e7o tabelado, a gente tem essa garantia&#8221;, recorda o agricultor Maximiliano Amaral.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"multimedia--element \" title=\"Marca coletiva Ribeirinha trouxe empoderamento para produtores e desenvolvimento para a regi\u00e3o, diz Raimundo Moreira, da Amurmam\" src=\"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2018\/12\/raimundo.jpg\" alt=\"\"><\/p>\n<div class=\"multimedia--caption\"><span class=\"multimedia--caption-content\"> Marca coletiva Ribeirinha trouxe empoderamento para produtores e desenvolvimento para a regi\u00e3o, diz Raimundo Moreira, da Amurmam <\/span><\/div>\n<p>A figura de atravessadores, compradores intermedi\u00e1rios entre os produtores e pontos de venda final, contribuia para a crise dos pre\u00e7os. O quilo da farinha chegou a bater em R$ 0,30. A ideia de abrir uma central da farinha para ampliar a renda dos produtores veio da Associa\u00e7\u00e3o de Moradores da Reserva de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 Ant\u00f4nio Martins (Amurmam).&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Quisemos tirar a farinha da m\u00e3o dos atravessadores para que os pr\u00f3prios produtores tivessem controle e poder sobre os neg\u00f3cios&#8221;, explica Raimundo Rodrigues Moreira, diretor-geral da Amurmam. Assim nascia a marca coletiva Ribeirinha, que revende a farinha produzida por 68 associados.<\/p><\/blockquote>\n<p>Com o apoio da FAS e recursos do Fundo Amaz\u00f4nia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), o primeiro passo foi construir um galp\u00e3o de trabalho. Os pr\u00f3prios produtores ergueram&nbsp;o pr\u00e9dio, usado para centralizar o recebimento da farinha dos associados e o processo de embalagem &#8211; \u00fanica etapa de produ\u00e7\u00e3o que conta com o aux\u00edlio de m\u00e1quina industrial. A marca foi lan\u00e7ada oficialmente no mercado em julho de 2018. A reorganiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o elevou n\u00e3o apenas a qualidade da farinha: o pre\u00e7o foi para R$ 5 o quilo. S\u00f3 para atender Manaus, s\u00e3o embarcadas 5 toneladas por m\u00eas.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"multimedia--element \" title=\"Marcos Tinoco acredita que valoriza\u00e7\u00e3o da farinha de Uarini garantir\u00e1 sustento das fam\u00edlias de maneira digna\" src=\"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2018\/12\/marcos.jpg\" alt=\"\"><\/p>\n<div class=\"multimedia--caption\"><span class=\"multimedia--caption-content\"> Marcos Tinoco acredita que valoriza\u00e7\u00e3o da farinha de Uarini garantir\u00e1 sustento das fam\u00edlias de maneira digna <\/span><\/div>\n<p><strong>PROCED\u00caNCIA \u00c9 VALOR<\/strong> &#8211; A quest\u00e3o da Indica\u00e7\u00e3o de Proced\u00eancia \u00e9 uma esperan\u00e7a de maior reconhecimento da regi\u00e3o. O pedido foi depositado pela Amurmam junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2017, onde est\u00e1 sob an\u00e1lise.&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A IG vai reconhecer o que a gente faz. Antes a gente n\u00e3o era reconhecido mas tamb\u00e9m n\u00e3o valorizava o que a gente mesmo faz. Vai nos ajudar a receber um pre\u00e7o digno, que d\u00ea para sustentar a nossa fam\u00edlia&#8221;, acredita Marcos Tinoco da Silva, um dos associados.<\/p><\/blockquote>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"multimedia--element \" title=\"A marca foi lan\u00e7ada oficialmente no mercado em julho de 2018\" src=\"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2018\/12\/farinhadeuarini.jpg\" alt=\"\"><\/p>\n<div class=\"multimedia--caption_fullsized text_left no-padding no-float col-sm-9\">\n<div class=\"multimedia--caption\"><span class=\"multimedia--caption-content\"> A marca foi lan\u00e7ada oficialmente no mercado em julho de 2018 <\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>Se preparar para receber a Indica\u00e7\u00e3o de Proced\u00eancia elevou o n\u00edvel de exig\u00eancias para os produtores. As casas de farinha precisam ser padronizadas e seguir normas de controle sanit\u00e1rio. O uso de agrot\u00f3xicos na produ\u00e7\u00e3o da mandioca \u00e9 expressamente proibido. A associa\u00e7\u00e3o pretende fazer o controle de qualidade trimestralmente, enviando amostras para an\u00e1lise laboratorial em Santa Catarina.<\/p>\n<p><strong>O BEM EST\u00c1 FEITO<\/strong> &#8211; As mudan\u00e7as encontram resist\u00eancia em alguns agricultores, mas s\u00e3o defendidas como meios de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade e, especialmente, \u00e0 sustentabilidade do cultivo, uma vez que Uarini fica no meio de uma reserva ambiental e ostenta, com orgulho, \u00edndices de desmatamento praticamente nulos.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;A produ\u00e7\u00e3o diminuiu para garantir a qualidade. Quem fazia 5kg por dia est\u00e1 fazendo 2kg. N\u00e3o adianta ter quantidade. Produzir menos, com mais qualidade, aumenta o nosso poder econ\u00f4mico. Com isso, tem menos impacto ambiental, menos derrubada e os agricultores conseguem tirar o sustento do ano inteiro com apenas uma quadra de ro\u00e7a&#8221;, reitera Raimundo Moreira. A meta \u00e9 usar o reconhecimento da IG para conquistar o Brasil e, quem sabe, sair para o mundo via exporta\u00e7\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p>Independentemente se Uarini obtiver a Indica\u00e7\u00e3o de Proced\u00eancia ou n\u00e3o, os ganhos j\u00e1 est\u00e3o postos no dia a dia da comunidade. \u00c9 como o otimismo de Sebasti\u00e3o Vieira de Souza: \u201cbom \u00e9 voc\u00ea gostar do que faz. H\u00e1 25 anos, fa\u00e7o farinha e acho que vai tudo melhorar.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<h4><!--StartFragment --><span lang=\"pt-br\"><span style=\"font-family: Arial\"><strong>Fonte:<\/strong> Ag\u00eancia CNI de Not\u00edcias&nbsp;<\/span><\/span><!--EndFragment --><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uarini est\u00e1 na boca do povo. E em tudo quanto \u00e9 mercado de Manaus, de Tef\u00e9. Se bobear, est\u00e1 em todos os lugares na imensid\u00e3o do Amazonas. \u00c9 obrigat\u00f3ria. Se faltar, tem briga. \u00c9 democr\u00e1tica. 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