{"id":10644,"date":"2017-08-23T16:09:25","date_gmt":"2017-08-23T20:09:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fieam.org.br\/fieam\/?p=10644"},"modified":"2017-08-23T16:09:25","modified_gmt":"2017-08-23T20:09:25","slug":"melhoram-as-perspectivas-na-industria-da-construcao-informa-cni","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fieam.org.br\/fieam\/melhoram-as-perspectivas-na-industria-da-construcao-informa-cni\/","title":{"rendered":"Melhoram as perspectivas na ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o, informa CNI"},"content":{"rendered":"

Ritmo de queda na atividade e no emprego no setor diminuem, mas ociosidade<\/em>
\ncontinua elevada. Mesmo assim, empres\u00e1rios est\u00e3o menos pessimistas<\/em><\/p>\n

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Mesmo com a retra\u00e7\u00e3o da atividade e a alta ociosidade no setor, as perspectivas dos empres\u00e1rios da ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o est\u00e3o menos pessimistas. Os indicadores de expectativas para os pr\u00f3ximos seis meses para o n\u00edvel de atividade, contrata\u00e7\u00e3o de novos empreendimentos e servi\u00e7os, compra de insumos e mat\u00e9rias-primas e n\u00famero de empregos se aproximaram da linha divis\u00f3ria dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo.<\/p>\n

O \u00edndice de expectativa do n\u00edvel de atividade ficou em 49,8 pontos, o de n\u00famero de empregados subiu para 48,2 pontos e o de novos empreendimentos e servi\u00e7os alcan\u00e7ou 48,4 pontos, informa a Sondagem Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o, divulgada nesta quarta-feira, 23 de agosto, pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI)<\/a>. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando ficam acima de 50 pontos mostram otimismo.<\/p>\n

Al\u00e9m disso, o \u00edndice de confian\u00e7a do empres\u00e1rio do setor aumentou 1,9 pontos em rela\u00e7\u00e3o a julho e ficou em 50,3 pontos.\u00a0 “A expectativa de retomada da economia e de manuten\u00e7\u00e3o do ciclo de queda dos juros contribu\u00edram para a melhora das perspectivas dos empres\u00e1rios da constru\u00e7\u00e3o”, afirma a economista da CNI Fl\u00e1via Ferraz. Embora ainda esteja em um n\u00edvel muito baixo, o \u00edndice de inten\u00e7\u00e3o de investimentos tamb\u00e9m melhorou um pouco. Subiu para 29,1 pontos neste m\u00eas e est\u00e1 2,3 pontos acima do registrado em agosto de 2016.<\/p>\n

QUEDA MENOR<\/strong> – A pesquisa mostra ainda que diminuiu o ritmo de retra\u00e7\u00e3o da atividade do setor. O \u00edndice de n\u00edvel de atividade na ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o aumentou para 44,3 pontos em julho, valor 1,5 ponto superior ao de junho. O \u00edndice de n\u00famero de empregados subiu de 41,8 pontos em junho para 42,6 pontos em julho. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando est\u00e3o abaixo dos 50 pontos mostram queda na produ\u00e7\u00e3o e no emprego.<\/p>\n

Com a atividade retra\u00edda, o n\u00edvel de utiliza\u00e7\u00e3o da capacidade de opera\u00e7\u00e3o ficou em 56% em julho, 8 pontos percentuais abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica para o m\u00eas. Isso significa que 44% das m\u00e1quinas, dos equipamentos e do pessoal do setor ficaram parados em julho.<\/p>\n

Esta edi\u00e7\u00e3o da Sondagem Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o foi feita entre 1\u00ba e 10 de agosto com 624 empresas. Dessas, 209 s\u00e3o pequenas, 289 s\u00e3o m\u00e9dias e 126 s\u00e3o de grande porte.<\/p>\n