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FIEAM lança Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação do Amazonas

Com objetivo de incentivar a cultura de inovação tecnológica nas micro e pequenas empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI Amazonas), e o Sebrae Amazonas vão lançar no próximo dia 17 o Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação do Amazonas (NAGI), às 18h30, no auditório do SENAI, localizado na Avenida Rodrigo Otávio, 2394, Distrito Industrial.
O Núcleo será gerenciado pelo diretor da instituição, Aldemurpe Barros, com a proposta de elaborar e implementar planos de gestão da inovação, visando a competitividade industrial.

“A atuação do NAGI seguirá a diretriz da Confederação Nacional da Indústria de fortalecer a capacidade de inovar das micro e pequenas empresas, oportunizando estruturação de planos de inovação com objetivo de garantir a sobrevivência no mercado competitivo”, disse Aldemurpe. Ele ainda ressaltou que a apropriação da política de inovação impacta diretamente no crescimento dessas organizações e permite que se transformem em médias e grandes indústrias.

Em dois anos e meio, a coordenação do NAGI/AM pretende capacitar e auxiliar na elaboração do plano de inovação de 50 empresas, prospectando ao final deste período o lançamento de 30 projetos de inovação. Vale ressaltar que o Núcleo do SENAI/AM é o segundo lançado na Região Norte e faz parte do projeto de Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), executado pela CNI nas Federações das Indústrias.  

Na avaliação do coordenador de Tecnologia e Inovação do SENAI/AM, José Nabir, o setor industrial no PIM ainda é muito inibido quanto à questão da inovação industrial. Segundo Nabir, os gargalos diante do tema passam desde a falta de recursos financeiros para investir em inovação até na falta de consciência da importância de aderir às mudanças da era da inovação.

“O impacto de aderir à inovação implica diretamente na posição nacional e internacional das empresas e o SENAI vai trabalhar na motivação da mudança de hábitos tradicionais quanto à inovação de empresários e diretores da indústria, sensibilizando-os para os inúmeros benefícios das ações inovadoras na indústria.”, afirma Nabir.

O coordenador lembra que as características das empresas do PIM são de médias e grandes empresas que pouco se importam na inovação do segmento produtivo, pois essa iniciativa é repassada por técnicos e engenheiros da matriz. Enquanto as menores possuem receio de apostar em pesquisa e desenvolvimento de processos de gestão de seus produtos e serviços, pois são medidas que requerem investimentos.

“No Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação, técnicos do SENAI e parceiros disponibilizarão ações de mobilização, capacitação, consultoria e assessoria de planos de inovação. Todo o trabalho tem a perspectiva de disseminar e promover o conhecimento da gestão inovadora para 300 micros e pequenas empresas durante o prazo de 30 meses”, informou.

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