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As dificuldades em 2017

23 DE JANEIRO DE 2017

 Somos chamados a suportar neste ano de 2017 o encargo de um longo período de luta contra os inimigos do desenvolvimento e crescimento socioeconômico do nosso Brasil. No meu ponto de vista, os principais inimigos são a inflação, o desemprego, a queda da produção, a falta de investimentos, os maus políticos, os maus administradores e tudo aquilo que impede ou dificulta a trajetória para a geração de riquezas e distribuição de renda, itens essenciais para o crescimento econômico e social de um país.

No Estado do Amazonas e na Zona Franca de Manaus, nossos principais inimigos continuam sendo os excessos da burocracia na comercialização da produção, a falta de investimentos em infraestrutura e o desconhecimento de muitas pessoas sobre o potencial e as riquezas da Amazônia Ocidental.

Devemos nós, do Amazonas, enfrentar a burocracia com a eliminação de procedimentos inócuos, adotando medidas concretas que preservem o controle e a arrecadação de tributos. Por meio de planos efetivos de melhorias na infraestrutura produtiva, devemos criar alternativas importantes para a modernização de modais de transportes que mais se adequam à região, corrigindo o resultado de políticas errôneas de governos passados.

No que se refere à educação, deveremos apoiar e incentivar o ensino dirigido às necessidades do Polo Industrial de Manaus. Precisamos investir na mobilidade urbana e em melhorias estruturais de atividades ou sistemas que, de uma forma geral, diminuam custos e aperfeiçoem a produtividade.

Essa falta de infraestrutura não deixa de ser um fator irônico, pois a ZFM foi criada com um conjunto de incentivos fiscais para atrair investimentos nacionais e estrangeiros que proporcionasse a viabilidade econômica, capaz de alimentar o progresso e aumentar a densidade demográfica da região ocidental da Amazônia, bem como criar no meio da floresta um parque produtivo com todas as condições de sustentabilidade, ou seja, com infraestrutura.

Sobre os constantes ataques ao projeto mais exitoso de desenvolvimento de uma região pouco habitada, o Projeto Zona Franca de Manaus, falta maior ênfase da nossa parte para que aqueles que nos combatem entendam a importância geopolítica desta extensa área para o desenvolvimento do Brasil.

Esse modelo econômico desempenha dois papeis importantes, que influenciam na economia nacional e na imagem internacional de preservação ambiental. Na economia funciona como um modelo substituidor de importações e maior contribuinte de tributos federais da Região Norte, arrecadando mais de 50% do volume de impostos federais, além da geração de emprego e renda.

O Brasil no exterior tem bom conceito em relação à questão de preservação ambiental, graças a índices baixos de desmatamento no Amazonas. Logicamente, não podemos creditar esses índices exclusivamente à ZFM, mas grande parte lhe é devida graças ao surgimento de atividades econômicas complementares ao PIM que substituíram explorações predatórias da floresta e agressões ao meio ambiente.

Antonio Silva – Presidente da FIEAM

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